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Resenha: La Belle Sauvage - Philip Pullman

15 fevereiro 2018
O livro das sombras
Autor: Philip Pullman
Páginas: 398
Editora: Suma de Letras
Livro recebido em parceria com a editora para divulgação. 

Malcolm e seu daemon, Asta, têm onze anos e vivem na estalagem A Truta, perto de Oxford. Do outro lado do rio, fica o convento de Godstow. Certo dia, Malcolm entreouve que as freiras estão recebendo uma nova hóspede: uma bebê chamada Lyra. O encanto que ele sente por ela é quase imediato, e sua curiosidade é aguçada pelo fato de que outras pessoas - importantes e perigosas - também parecem interessadas na criança.
Malcolm pode não saber por que Lyra é importante, mas quando uma tempestade desaba e inunda o país, ele precisa tomar uma decisão rápida para salvar a vida dela. Com a chuva caindo e as ruas das cidades transformadas em rios, Malcolm conduz sua canoa tentando levar Lyra para um lugar seguro. Mesmo que, no caminho, precise enfrentar fadas, feiticeiras, deuses e assassinos.
Neste primeiro volume da trilogia O Livro das Sombras, Philip Pullman leva os leitores de volta ao mundo de Fronteiras do Universo, contando a história da pequena Lyra anos antes dos eventos de A Bússola de Ouro.


Olá! Tudo bem?
Hoje a resenha é do primeiro livro da trilogia O Livro das Sombras, La Belle Sauvage, que conta a história de Lyra antes dos acontecimentos de A Bússola de Ouro.

O livro é narrado em terceira pessoa e apresenta nosso protagonista, Malcolm, um garoto de onze anos muito esperto. Malcolm ajuda os pais na estalagem, servindo as pessoas junto de seu daemon Asta e também ajuda as freiras do convento que fica perto da estalagem. Lá ele descobre que as freiras estão cuidando de uma bebê chamada Lyra e seu daemon Pantalaimon.

Após descobrir que muitas pessoas procuram por Lyra, pessoas que não querem o bem da bebê, e também descobrir sobre segredos de outras pessoas que são sobre Lyra, Malcolm junto de sua canoa, junto de Lyra e junto de uma pessoa que em breve se tornaria sua amiga, procuram por um lugar seguro onde Lyra possa ficar para que ninguém encontre a bebê, mas eles terão que passar por muitas coisas até encontrarem um lugar, terão de enfrentar fadas, pessoas que querem fazer mal a Lyra e até mesmo deuses.



A escrita do autor é bem clara e bem objetiva, sem falar na diagramação do livro que também é muito boa. É o tipo de livro que prende o leitor do início ao fim e que não nos deixa dormir, pedindo aquele famoso "só mais um capítulo".

O protagonista deixa a história mais envolvente, pois apesar de ser uma criança de onze anos é extremamente esperto e inteligente e sempre aparece com ideias para salvar a vida da pequena Lyra. Além de possuir todas essas qualidades, notamos que quando os adultos falam com Malcolm, eles não mudam a voz para algo mais gentil e carinhoso por ele ser uma criança e também não escondem as coisas do protagonista, conversam de igual para igual, confiando até muitos segredos para Malcolm.

O vilão do livro, Gerard Bonneville, é cruel e muito calculista. Ele não aparece muito nas cenas dos livros, mas quando aparece gera um grande medo não só nos personagens, mas no próprio leitor que se surpreende com tamanha crueldade que Bonneville é capaz de fazer.
Além de Bonneville, teremos algumas outras pessoas que não serão boas, mas também não serão vilãs, como a fada que aparece em um momento do livro e o TCD, um grupo de igreja que prende e mata quem vai contra seus princípios.

Na viagem longa com a canoa, além da companhia de seu daemon Asta e de Lyra, Malcolm também terá a companhia de Alice e de seu daemon Ben, uma garota de quinze anos que trabalha na Truta para a família de Malcolm. Geralmente os dois nem trocavam uma palavra na estalagem, mas passarão a se entender e se tornarão amigos. No início do livro Alice parece uma personagem rabugenta e irritada, mas com o decorrer do livro descobrimos um outro lado de Alice, mais carinhosa e muito corajosa.

Pra quem ainda não leu a trilogia Fronteiras do Universo, pode se perder um pouco nesse livro com alguns termos usados como por exemplo Pó aletiômetro e até mesmo o daemon. É incrível ver a história de Malcolm com Lyra, antes dela crescer, e descobrir toda a aventura que ele viveu para salvar Lyra e deixar ela segura. E mesmo quem não leu a primeira trilogia entende o que se passa no livro, apesar dos termos desconhecidos é fácil de compreender. 

É um livro incrível que me deixou com o gostinho de quero mais e ansiosa para os próximos livros dessa maravilhosa aventura!

Paula.

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Resenha: A Rainha de Tearling - Erika Johansen.

11 julho 2017

A Rainha de Tearling
Autora: Erika Johansen
Páginas: 352
Editora: Suma de Letras


Quando a rainha Elyssa morre, a princesa Kelsea é levada para um esconderijo, onde é criada em uma cabana isolada, longe das confusões políticas e da história infeliz de Tearling, o reino que está destinada a governar. Dezenove anos depois, os membros remanescentes da Guarda da Rainha aparecem para levar a princesa de volta ao trono – mas o que Kelsea descobre ao chegar é que a fortaleza real está cercada de inimigos e nobres corruptos que adorariam vê-la morta. Mesmo sendo a rainha de direito e estando de posse da safira Tear – uma joia de imenso poder –, Kelsea nunca se sentiu mais insegura e despreparada para governar. Em seu desespero para conseguir justiça para um povo oprimido há décadas, ela desperta a fúria da Rainha Vermelha, uma poderosa feiticeira que comanda o reino vizinho, Mortmesne. Mas Kelsea é determinada e se torna cada dia mais experiente em navegar as políticas perigosas da corte. Sua jornada para salvar o reino e se tornar a rainha que deseja ser está apenas começando. Muitos mistérios, intrigas e batalhas virão antes que seu governo se torne uma lenda... ou uma tragédia.

O livro A Rainha de Tearling apresenta uma história medieval, onde a monarquia ainda predominava e que ocorriam muitas guerras por disputa de terras e reinos. 
O livro nos apresenta Kelsea, a princesa herdeira do reino de Tearling, que até seus dezenove anos foi mantida escondida com pais adotivos em um chalé, por decisão de sua mãe, Rainha Elyssa, para que fosse educada e treinada pois precisava se tornar uma grande rainha.

Quando a Guarda da Rainha aparece no chalé onde viveu por dezenove anos para buscá-la, ela dá adeus aos seus pais adotivos e ruma, junto a guarda, para uma nova vida na Fortaleza. Mas Kelsea não imaginava que encontraria tantos inimigos querendo matá-la e tantas coisas que ainda não sabe sobre si mesma.

Kelsea se mostra ser destemida, corajosa, leal e bondosa com todos. Se surpreende ao ver seu povo na mais miserável vida e decidi por fim a esse sofrimento ao povo e se torna querida por todos antes mesmo de se sentar ao trono que se encontra ocupado por seu tio que vive luxuosamente sem se importar com o povo e só consigo mesmo.

Como se já não tivesse inimigos suficientes, A Rainha Vermelha, rainha do reino de Mortmesne também quer Kelsea morta, mas a rainha vermelha é uma vilã inteligente, audaciosa e que calcula como pode invadir Tearling e matar Kelsea para se livrar da princesa que todos a chamam de Rainha Verdadeira.
Vamos descobrindo magia no decorrer do livro vinda da rainha vermelha e das safiras que Kelsea carrega consigo para mostrar ser de fato a rainha de Tearling.



 Não há nenhum romance na trama, ocorre um "gostar" de Kelsea e Fetch, mas não aparece realmente se era recíproco da parte dele. O livro gira em torno de grandes rainhas e isso foi um ponto que eu achei interessante por não abordar reis que geralmente tem em livros medievais.

Os personagens são extremamente cativantes. Começando por Kelsea, ela mostra desde o início do livro ser uma pessoa corajosa, inteligente, bondosa, leal que daria sua vida pelo povo. Sua mãe, A rainha Elyssa que morrera a alguns anos antes era vaidosa, se preocupava demais com a beleza deixando coisas realmente importantes de lado e Kelsea é o contrário da mãe, em relação a aparência, Kelsea não se considera bonita, se considera comum e predomina sempre o que vem de dentro, o caráter.

Os guardas da rainha, no início do livro, devo confessar que não estava gostando de nenhum! Mas no decorrer do livro acabei gostando de todos, o mundo realmente dá voltas. Clava foi o meu preferido. Ele parecia carrancudo, enigmático e misterioso, mas se mostra fiel a Kelsea, corajoso, com habilidades fora do comum e muito leal a rainha.

Fetch, o pai dos ladrões, realmente foi uma surpresa para mim, foi algo diferenciado dos livros, uma rainha gostar de um ladrão. Pareceu ser recíproco até certa parte, mas é duvidoso, pois Fetch é misterioso, não revela sentimentos, é um ladrão procurado pelo reino inteiro e que não sente dó nem piedade na hora de cometer suas crueldades.

É um livro maravilhoso, com uma narrativa clara, objetiva e uma narrativa coloquial encantadora. A autora envolve o leitor no livro, fazendo ler muito do livro todos os dias e nem percebemos quando o livro acaba de tão envolvente e quando acaba é uma sensação de: por que eu não li mais devagar?

Confesso que fiquei confusa em relação de ser o passado, já que a era medieval já se foi, ou se é um futuro no qual as coisas relacionadas a tecnologia já aconteceram, mas se perderam em um oceano e novamente voltou essa era da fala coloquial, vestidos compridos e a monarquia.

A capa é linda, mas a impressão contém letras pequenas que dificultam na hora da leitura, mas você vai se acostumando e nem percebe depois o tamanho da fonte.

É um livro que não deixa o leitor cansado de coisas repetidas justamente por que tudo dentro da trama é uma surpresa e é aquele típico livro que faz você pedir só mais um capítulo.

Paula Nunes.

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Resenha: A Morte de Sarai - J. A. Redmerski.

26 março 2015

Título: A Morte de Sarai. #1
Série: Na Companhia de Assassinos 
Autor: J. A. Redmerski.
Editora: Suma de Letras.
Páginas: 256.
Classificação: 4/5.
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Sarai era uma típica adolescente americana: tinha o sonho de terminar o ensino médio e conseguir uma bolsa em alguma universidade. Mas com apenas 14 anos foi levada pela mãe para viver no México, ao lado de Javier, um poderoso traficante de drogas e mulheres. Ele se apaixonou pela garota e, desde a morte da mãe dela, a mantém em cativeiro. Apesar de não sofrer maus-tratos, Sarai convive com meninas que não têm a mesma sorte. Depois de nove anos trancada ali, no meio do deserto, ela praticamente esqueceu como é ter uma vida normal, mas nunca desistiu da ideia de escapar.
Victor é um assassino de aluguel que, como Sarai, conviveu com morte e violência desde novo: foi treinado para matar a sangue frio. Quando ele chega à fortaleza para negociar um serviço, a jovem o vê como sua única oportunidade de fugir. Mas Victor é diferente dos outros homens que Sarai conheceu; parece inútil tentar ameaçá-lo ou seduzi-lo. Em “A morte de Sarai”, primeiro volume da série Na Companhia de Assassinos, quando as circunstâncias tomam um rumo inesperado, os dois são obrigados a questionar tudo em que pensavam acreditar. Dedicado a ajudar a garota a recuperar sua liberdade, Victor se descobre disposto a arriscar tudo para salvá-la. E Sarai não entende por que sua vontade de ser livre de repente dá lugar ao desejo de se prender àquele homem misterioso para sempre.

A Morte de Sarai é um livro da autora J. A. Redmerski, lançamento de fevereiro da Suma de Letras. Eu nunca havia lido nada da autora, e ao mesmo tempo que esse livro me deixou com vontade de ler outras obras da Redmerski, me deixou com receio ao imaginar que todas possam ter essa dose de tensão.

O livro nos traz Sarai, uma mulher de 23 anos que passou os últimos nove em cativeiro. Ela largou a escola, foi levada a outro país e diariamente vê mulheres sendo espancadas, estupradas e mortas. Ela não tem nenhum tipo de liberdade, mesmo que o traficante de drogas que a prende (Javier), esteja apaixonado por ela. 

É quando Victor, um assassino de aluguel, aparece no complexo onde Sarai está presa, que ela decide que ele é a passagem de saída dela daquele lugar. Ela se esconde no carro dele e aponta uma arma para ele, mandando que ele dirija e fique quieto. Quando ela percebe que ele está dirigindo em círculos, Victor consegue acertá-la e ela desmaia. A partir daí, os dois passam por várias situações perigosas tanto para eles mesmos quanto para os outros. 

O que eu tenho a dizer é: o livro é tenso do início ao fim. Apesar de Sarai ter certa regalias que as outras meninas do complexo não tem, ela nunca quis estar/permanecer naquele lugar. E mesmo quando ela sai, continuamos lendo sobre coisas horríveis que aconteceram e que acontecem.

"Eu  fingia  que  nada  me  incomodava,  que  as  mãos  de  Carmen  sendo despedaçadas por aquele martelo não me intimidava! Eu não vacilei quando Marisol foi forçada a fazer um aborto por um médico açougueiro que a deixou sangrando até a morte em cima da mesa! Eu não derramei uma única lágrima quando a menina com sardas e cabelo vermelho foi morta na minha frente, porque o homem que veio comprála  não  gostou  do  que  viu!"  Eu  trago  os  meus  punhos  e  bato  com  eles  no  topo  das pernas,  de  raiva,  mas  ele  pega  meus  pulsos  e  os  mantém  solidamente.  "Eu  não  sou inocente." Eu rujo. 

A narrativa é intercalada entre Sarai e Victor e assim temos uma noção maior do que está acontecendo. Essa narrativa me prendeu, assim como a intensidade da progonista e a ótima escrita da autora. Mas, para conquistar meu coração esse livro precisaria ter mais foco. O que eu quero dizer que o foco do livro não é o romance, não é um final feliz. A autora não faz seus personagens passarem por extremas mudanças psicológicas, não há milagre algum. Sarai e Victor são o que são e é isso. Acho que a intenção do livro é simplesmente nos contar uma história. Sem amarras, sem lições de moral. E isso me incomodou um pouco. Eu queria um super vilão, queria que os personagens tivessem um objetivo, um foco, e fossem até o final com aquilo. Mas, não foi assim. Primeiro o objetivo era um, depois outro e no final, mais outro. What? Sei que reviravoltas são, muitas vezes, necessárias para que um livro seja bom, mas esse livro teve várias e eu já estava ficando cansada disso.  

Sendo imparcial dei a nota 4, mas se levasse em conta apenas a minha opinião, daria 3. Pelas coisas citadas anteriormente e pelo final, que apesar de imprevisível (geralmente, gosto de finais assim), não me agradou.

Por fim, minha resenha está um tanto contraditória. Afinal, gostei ou não da obra? Sim, eu gostei, mas não, não alcançou minhas expectativas. Eu ainda pretendo ler Entre o Agora e o Nunca, da mesma autora, mas minhas expectativas já não estão tão elevadas. Alguém aí já leu A Morte de Sarai? O que acharam? Beijos <3


*Post válido para o Top Comentarista de março*

Resenha: A aposta - Rachel Van Dyken.

24 junho 2014
Título: A aposta.
Autor: Rachel van Dyken.
Editora: Suma de letras.
Páginas: 288.
Classificação: 3/5.

Kacey deveria ter fugido assim que ouviu essas palavras do milionário Jake Titus. O amigo de infância que Kacey não via há anos é hoje um dos homens mais poderosos e cobiçados de Seattle. E ele precisa de um favor dela: que ela finja ser sua noiva em uma viagem para visitar a avó Nadine, que está muito doente. Kacey aceita sem hesitar, afinal, o que poderia acontecer em apenas quatro dias? Mas o que ela não esperava era reencontrar Travis, o irmão mais velho de Jake. Quando mais novo, ele adorava perturbar Kacey: já incendiou uma boneca e colocou uma cobra em seu saco de dormir. Por isso, recebeu dela o apelido de “Satã”. Mas depois de tantos anos, Kacey se vê diante de um homem lindo, por quem se apaixona no momento em que vê o seu sorriso. O que ela não sabe, no entanto, é que os dois irmãos haviam feito uma aposta quando eram meninos: quem se casasse com Kacey receberia um milhão de dólares.

Comprei "A aposta" por impulso. Eu já estava até na fila para pagar "O chamado do Cuco" e "Princesa Adormecida", quando o vi. Li a sinopse e decidi levar para casa, mas devo avisá-los que a sinopse não condiz com o livro.

Temos três protagonistas: Jake e Travis, que são irmãos, e Kacey, que os conhece desde a infância. No início do livro vemos uma cena da infância dos irmãos, que discutem por causa de Kacey. Jake e o irmão acabam apostando um milhão de dólares para ver quem casará com ela. O problema é que a aposta não tem importância nenhuma, acho que serviu apenas para nomear a obra.

Os dois irmãos são apaixonados por Kacey, porém ela sempre gostou foi de Jake, com quem namorou no ensino médio. Só que ele a magoou muito e os dois pararam de se ver.

Eu fiquei com muita raiva da Kacey. Estava na cara o tempo todo que Jake era um idiota e que Travis era um fofo e só fazia aquelas maldades com ela, pois gostava dela e não sabia demonstrar. Mas, nossa mocinha insistia em ficar pensando em Jake e se deixando magoar por ele. Eu me apaixonei por Travis, seu jeito durão e fofo ao mesmo tempo. Nas partes narradas por ele, sempre percebemos o quanto ele gosta de Kacey e o quanto quer bater no irmão mais novo. E, às vezes, ele bate mesmo.  

- Você vai se machucar, você sabe disso, né?
Kacey suspirou.
- Vou me machucar de qualquer maneira, Travis. Só depende de a qual irmão vou dar essa oportunidade, não acha?

Outra personagem que adorei foi a vovó. As partes dela eram muito engraçadas. Era ela também quem resolvia tudo naquela família, mesmo estando com 85 anos. E, para vocês saberem, ela trabalhou na CIA, foi atriz e teve um caso com um dos presidentes dos EUA. Nada mau ein?

Algo que me incomodou foram algumas partes forçadas de mais. Como, por exemplo, Jake tinha apenas 21 anos e era o presidente de uma grande empresa, como assim? Essas partes colaboraram para que eu desse apenas três estrelas para o livro no Skoob. 

É uma leitura bem leve, sem complicações. Já sabemos o desfecho antes da metade do livro. Não me arrependi de comprar o livro, mas também não foi a melhor leitura do ano.